Em um Estado Teocrático pleno, o governo opera sob o argumento de que são obras divinas. Em tese os países teocráticos a divindade é reconhecida como verdadeiro chefe de estado, líderes teocráticos operam em uma lógica que Max Weber chamou de ( ética da convicção ) na qual a convicção pessoal sobre o que é considerado verdade é o que guia suas decisões.
Os países teocráticos se diferenciam de acordo com o contexto de sua época ou situação geopolítica, mas o que todos têm em comum é tomarem escrituras sagradas, no todo ou em parte, como mensagem da divindade e regras a serem seguidas à risca por todos. Os estados teocráticos são os mais radicais nas correlações entre religião e política.
Hoje existem exceções, mas a teocracia nasceu como uma forma de governo que privilegia aqueles que comungavam do credo oficial e, muitas vezes, proibia e punia a manifestação de qualquer outra forma de crença.
Os Estados teocráticos do mundo contemporâneo cultivam princípios muito do valores que norteiam a política dos Estados Laicos. Com exceções, a democracia é um fenômeno político tipicamente ocidental, ao passo que a teocracia é a forma de governo predominante no mundo islãmico. São eles:
- Afeganistão;
- Arábia Saudita;
- Mauritânia;
- Paquistão;
- Irã.